Os registros vão do fim de julho à primeira semana de outubro e mostram que cursos d'água deram lugar a bancos de areia e cicatrizes de queimada.
Montagem mostra rio Tefé, em Tefé (AM), antes e depois da seca que atinge a Amazônia. (Foto: Reprodução/Programa Brasil Mais)
Imagens de satélite revelam a velocidade com que rios da Amazônia desapareceram durante a seca na maior floresta tropical do mundo. Os registros vão do fim de julho à primeira semana de outubro e mostram a formação de bancos de areia de até dois quilômetros de largura, além de cicatrizes deixadas por queimadas.
A região sofre com os menores índices de chuva de julho a setembro dos últimos 40 anos, além de enfrentar os efeitos do El Niño, que tende a contribuir para o tempo quente e mais seco no norte do país.
A reversão desse cenário depende de chuvas. As previsões, no entanto, apontam para precipitação abaixo da média, especialmente por causa do El Niño. Com a estiagem amazônica mais longa que o normal, os níveis de rios ainda seguem baixos, mesmo que tenham começado a subir nas últimas semanas.
Fonte: Folha de S. Paulo
A região sofre com os menores índices de chuva de julho a setembro dos últimos 40 anos, além de enfrentar os efeitos do El Niño, que tende a contribuir para o tempo quente e mais seco no norte do país.
A reversão desse cenário depende de chuvas. As previsões, no entanto, apontam para precipitação abaixo da média, especialmente por causa do El Niño. Com a estiagem amazônica mais longa que o normal, os níveis de rios ainda seguem baixos, mesmo que tenham começado a subir nas últimas semanas.
Fonte: Folha de S. Paulo
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