O piloto Marcos de Souza Oliveira, de 34 anos, estava foragido, após a embarcação Dona Lourdes II naufragar próximo à Ilha de Cotijuba. Até o início da tarde desta terça-feira (13), 22 mortes haviam sido confirmadas.
Foto: Reprodução
Marcos de Souza Oliveira, o comandante da lancha "Dona Lourdes II", que naufragou no último dia 8, foi preso na casa de um cunhado, em Ananindeua, na tarde desta terça-feira (8). O endereço, como detalhou o delegado-geral, Walter Resende, estava sendo monitorado desde sábado. A Polícia Civil aguardou o momento para confirmar a localização dele e prendê-lo.
"Nenhuma resistência foi oferecida. Não podíamos invadir a casa, apesar de estar monitorando. Capturamos quando ele estava saindo", explicou o Resende, após Marcos ser apresentado na Delegacia-Geral da Polícia Civil do Pará, em Belém. Ele será ouvido e então preso por homicídio com dolo eventual, que é quando o risco por uma morte é assumido.
Até o início da tarde desta terça-feira (13), 22 mortes haviam sido confirmadas e 66 pessoas foram resgatadas com vida. Com isso, já configurava a superlotação da lancha, que tinha capacidade máxima para 82 pessoas. Nos primeiros questionamentos após a prisão, Marcos não soube explicar quantas pessoas estavam na embarcação.
"Nenhuma resistência foi oferecida. Não podíamos invadir a casa, apesar de estar monitorando. Capturamos quando ele estava saindo", explicou o Resende, após Marcos ser apresentado na Delegacia-Geral da Polícia Civil do Pará, em Belém. Ele será ouvido e então preso por homicídio com dolo eventual, que é quando o risco por uma morte é assumido.
Até o início da tarde desta terça-feira (13), 22 mortes haviam sido confirmadas e 66 pessoas foram resgatadas com vida. Com isso, já configurava a superlotação da lancha, que tinha capacidade máxima para 82 pessoas. Nos primeiros questionamentos após a prisão, Marcos não soube explicar quantas pessoas estavam na embarcação.
A lancha funcionava sem autorização das autoridades e saiu de um porto clandestino. Por isso, segundo as autoridades paraenses, não há lista oficial de passageiros. O governo do Pará não divulgou nomes das vítimas, nem dos sobreviventes.
Fonte: O Liberal e G1 Pará
Comentários