A demora no recebimento desses exames levou a Sespa a alterar a forma como os casos vinham sendo tratados. Hoje (16), a pasta emitiu uma nota reconhecendo que não há exame específico para diagnosticar a doença conhecida como “urina preta”.
“Não há exame específico para o diagnóstico de Doença de Haff, sendo ele feito baseado nos sintomas apresentados pelo paciente, com história de consumo de peixe em até 24 horas e alterações de exames laboratoriais como CPK”, destacou a nota.
A partir desse comunicado, entende-se que as amostras encaminhadas ao laboratório de referência são para pesquisar a provável causa da doença, não para confirmação dos casos. Segundo a Sespa, os resultados dependem do laboratório de pesquisa e que ainda não há prazo para serem divulgados.
A última notificação foi no dia 28 de outubro, em Santarém. Sendo este o município que mais fez notificações – total de 13 até o momento.
Fonte: O Liberal

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