Os dois
movimentos compartilharam registros do protesto em suas páginas no Facebook
O prédio onde fica o
apartamento da presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen
Lúcia, em Belo Horizonte, foi atacado na tarde desta sexta-feira (06) por
manifestantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e do Levante
Popular da Juventude. Os dois movimentos compartilharam registros do protesto
em suas páginas no Facebook.
Não havia ninguém no
apartamento no momento do protesto, já que Cármen está em Brasília, segundo sua
assessoria de imprensa.
Foram avistados três
ônibus nos arredores do prédio, localizado na região centro-sul da capital
mineira, que surpreenderam os moradores da vizinhança.
A ministra é professora da
PUC-Minas e mantém o apartamento para quando precisa ir a Belo Horizonte.
O ataque ocorreu no mesmo
dia determinado pelo juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal, para que o
ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se entregue à Polícia Federal.
Ontem (05), o STF rejeitou
um habeas corpus preventivo pedido pela defesa do petista. A presidente do STF
foi a última a votar e desempatou o julgamento ao decidir contra o pedido para
que o ex-presidente permanecesse em liberdade até serem esgotados todos os
recursos no processo do Tríplex do Guarujá.

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