Em meio a
tantos problemas Itaituba ganhou mais dois do Governo do Estado do Pará: um foi
a destruição e extinção do Estádio de futebol Teófilo Olegário Furtado e o
outro uma gigantesca obra inacabada de um hospital regional que cessaria com a
grande demanda de pacientes encaminhados para Santarém e outros centros
especializados de saúde no Estado.
Ocorre que
ouve conivência politica de quem era Gestor na época e cedeu o local do estádio
para essa “construção” que foi erguida e abandonada pelo Sr. Governador Simão
Jatene que fez um excelente uso dessa obra para se reeleger, agora ficou
somente a decepção de um povo que mais uma vez foi enganado por promessas de políticos
mal intencionados.
Mais se não
bastasse as mentiras de campanha do então candidato a Governo a época, vinheiram
alguns pais e padrastos dessa obra e agora todos sumiram e essa obra ficou órfão
de pai e mãe, quanta enganação, será que um dia os netos ou bisnetos dos
itaitubenses desfrutaram dessa obra?
Ano que vem
é ano de eleição novamente que mentira estão preparando para ludibriar o povo?
Acompanhe abaixo algumas postagens
antigas:
Este blog noticiou no dia 9 de julho de 21013 a
informação a seguir:
Finalmente começa a obra do Hospital
Regional do Tapajós
O governo do estado Pará começou as obras de construção do Hospital
Regional do Tapajós, na cidade de Itaituba, na área do antigo estádio de
futebol Teófilo Olegário Furtado, localizado na avenida Marechal Rondon, no
centro da cidade.
Maquinas estão a todo vapor limpando o terreno e a previsão de conclusão é para dentro de 540 dias, 18 meses, o que representa um ano e seis meses.
A obra está orçada em R$ 120.062.137,48 e o consórcio “Nova Saúde”
formado pelas empresas Construbase e Paulitec é o responsável.
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O prazo estourou no dia 1º de janeiro de 2015.
Assim sendo, está atrasada em 218 dias.
23/03/2016
15h30 - Atualizado em 23/03/2016 15h48
Operários denunciam paralisação de obras do hospital de Tapajós, no PA
Trabalhadores dizem que empresa começou a cortar os
benefícios dos operários. Sespa diz que obras não estão paralisadas.
Do G1 PA
Trabalhadores da construção civil denunciam a
paralisação das obras do Hospital Regional do Tapajós, em Itaituba, no sudoeste
do Pará. A obra deveria ter sido entregue no começo de 2015, mas até agora
apenas 35% da construção estaria pronta. A Secretaria de Saúde do Estado
(Sespa) informou que as obras da unidade de saúde não estão paralisadas e que
aconteceu uma reprogramação dos serviços.
Segundo a Sespa, existem 42 trabalhadores no
canteiro de obras e o governo do estado está adequando o orçamento para acelerar
o ritmo das obras. A direção da empresa responsável pela construção informou
que não vai se pronunciar sobre a situação.
De acordo com os trabalhadores da construção civil,
quase todos os operários foram demitidos. Um pedreiro que prefere não se identificar
foi um dos desligados. Segundo ele, há oito anos a empresa começou a cortar o
benefício dos operários.
“No começo, eu tinha hora extra e produção das
lajes. Aí, do meio para o fim, foi diminuindo até que parou. De uns meses para
cá, não tinha mais hora extra e nem produção”, explica.
Paralisação
A paralisação da obra do Hospital Regional do Tapajós foi denunciada na Câmara de Vereadores de Itaituba. Segundo o vereador Lamax Prado, o motivo é a falta de pagamento do consórcio que ganhou a licitação.
A paralisação da obra do Hospital Regional do Tapajós foi denunciada na Câmara de Vereadores de Itaituba. Segundo o vereador Lamax Prado, o motivo é a falta de pagamento do consórcio que ganhou a licitação.
"Eles não confirmam a situação, mas temos
certeza que já estão com seis medições em atraso, que somam aproximadamente
R$30 mil. O que a gente não consegue entender é que isso foi um financiamento
homologado pela Assembleia Legislativa do Pará, que deu uma carta de 'ok' para
que o governo do estado pudesse retirar esse dinheiro do BNDES”, diz.
Esta semana, vereadores protocolaram um
requerimento solicitando a realização de uma audiência pública para que o
consórcio responsável pela obra e o governo do estado esclareçam a situação.
“Nós precisamos saber porquê a obra parou e não foi paga. E também quais os
motivos que levaram a paralisação da obra”, ressalta o vereador.
Uma das empresas que faz parte do consórcio, que
está construindo o hospital tem sede em São Paulo. No site dela, das oito obras
em andamento no país, seis ficam no Pará, entre elas, o BRT, a ponte do rio
Capim, recuperação da ponte do rio Moju, Hospital Doutor Abelardo Santos e o
Parque Utinga
Orçamento
A placa em frente à obra mostra que o orçamento inicial era de R$120 milhões. Depois foi feito um aditivo de R$3 milhões, segundo os vereadores. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil, as demissões começaram em novembro do ano passado já foram demitidos cerca de 200 operários.
“Já não tem mais trabalhadores dentro da empresa, só tem um número bem reduzido. Em média, seis pessoas”, revela o presidente do sindicato, Eudes Gomes.
A placa em frente à obra mostra que o orçamento inicial era de R$120 milhões. Depois foi feito um aditivo de R$3 milhões, segundo os vereadores. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil, as demissões começaram em novembro do ano passado já foram demitidos cerca de 200 operários.
“Já não tem mais trabalhadores dentro da empresa, só tem um número bem reduzido. Em média, seis pessoas”, revela o presidente do sindicato, Eudes Gomes.
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