Discussão quente entre Silas Malafaia e ateu vira assunto mais comentado na internet, Ambos participaram do programa Na Moral, de Pedro Bial

Silas Malafaia no “Na Moral” enfrenta padre, ateu e babalorixá
O polêmico pastor Silas Malafaia
participou de um debate sobre Estado Laico no programa “Na Moral”, da
Rede Globo. Silas confrontou um padre, um ateu e um babalorixá em um
encontro intermediado por Pedro Bial.
Em um embate com o babalorixá Ivanir sobre intolerância religiosa, Silas não poupou os fiéis de sua religião. “Se um pastor invadir um centro de macumba, mete ele na cadeia!”, exclamou Silas.
Diante do padre padre Jorjão, Malafaia falou sobre o caso do jovem Ciel, que foi repreendido por uma professora por não querer rezar o Pai Nosso. “Em todo segmento da sociedade tem vagabundo, ladrão, safado, maluco, doido. Inclusive na Igreja Evangélica, inclusive no meio dos ateus, inclusive no meio dos católicos. Isto são os absurdos”, disse Silas.
A discussão mais intensa foi com o presidente da Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos (Atea), Daniel Sotto-Mayor, sobre o número de evangélicos no Brasil. Daniel disse que o crescimento do número de protestantes se deve ao que chamou de “Teologia da Prosperidade”, onde predomina a promessa de riqueza para os fiéis que frequentam as igrejas evangélicas no País.
“Nos últimos anos houve o surgimento e o crescimento da Teologia da Prosperidade. Você pega um sujeito que não tem nada e promete para que ele será rico, vai ter um emprego. Como ele não tem nada essa é a melhor aposta que ele tem, ele entra nisso de cabeça, e é isso que a gente vê nas ruas, as pessoas com a esperança de um mundo melhor e os evangélicos vendendo – e não tem outra palavra – sua fé. Esse é o carro chefe. Venha conosco, seja rico, tenha um novo carro, tenha um novo emprego”, disse Daniel.
Silas reagiu: “O preconceito é uma coisa interessante. As pessoas não conhecem a vida dos que estão na igreja e ficam falando asneiras como eu acabei de ouvir, como se o evangélico estivesse vendendo alguma coisa. Então quer dizer que todo evangélico é rico? Porque se a gente vendeu riqueza e já tem 40 anos da igreja evangélica vendendo a riqueza então são um bando de otários que estão lá. Conversa. O evangelho muda a vida da pessoa para melhor. A prosperidade não tem nada a ver com grana, mas com felicidade, bem estar, o camarada pode ganhar 1.000 reais e ganhar melhor que o do lado que ganha 10.000 reais. Ele está enganado”, disse Malafaia.
Silas disse que Daniel insinuou que pastor é ladrão e protestou: “Eu não aceito isso, rico tem em todo lugar. A insinuação é maldosa, perversa e preconceituosa”. “Não é nenhuma maldade e nenhuma perversão. Estamos em uma país pobre, de terceiro mundo e é fato que os pastores estão enriquecendo”, respondeu Daniel. “Mentira. Isso é conversa, é preconceiro”, retrucou Silas.
Em um embate com o babalorixá Ivanir sobre intolerância religiosa, Silas não poupou os fiéis de sua religião. “Se um pastor invadir um centro de macumba, mete ele na cadeia!”, exclamou Silas.
Diante do padre padre Jorjão, Malafaia falou sobre o caso do jovem Ciel, que foi repreendido por uma professora por não querer rezar o Pai Nosso. “Em todo segmento da sociedade tem vagabundo, ladrão, safado, maluco, doido. Inclusive na Igreja Evangélica, inclusive no meio dos ateus, inclusive no meio dos católicos. Isto são os absurdos”, disse Silas.
A discussão mais intensa foi com o presidente da Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos (Atea), Daniel Sotto-Mayor, sobre o número de evangélicos no Brasil. Daniel disse que o crescimento do número de protestantes se deve ao que chamou de “Teologia da Prosperidade”, onde predomina a promessa de riqueza para os fiéis que frequentam as igrejas evangélicas no País.
“Nos últimos anos houve o surgimento e o crescimento da Teologia da Prosperidade. Você pega um sujeito que não tem nada e promete para que ele será rico, vai ter um emprego. Como ele não tem nada essa é a melhor aposta que ele tem, ele entra nisso de cabeça, e é isso que a gente vê nas ruas, as pessoas com a esperança de um mundo melhor e os evangélicos vendendo – e não tem outra palavra – sua fé. Esse é o carro chefe. Venha conosco, seja rico, tenha um novo carro, tenha um novo emprego”, disse Daniel.
Silas reagiu: “O preconceito é uma coisa interessante. As pessoas não conhecem a vida dos que estão na igreja e ficam falando asneiras como eu acabei de ouvir, como se o evangélico estivesse vendendo alguma coisa. Então quer dizer que todo evangélico é rico? Porque se a gente vendeu riqueza e já tem 40 anos da igreja evangélica vendendo a riqueza então são um bando de otários que estão lá. Conversa. O evangelho muda a vida da pessoa para melhor. A prosperidade não tem nada a ver com grana, mas com felicidade, bem estar, o camarada pode ganhar 1.000 reais e ganhar melhor que o do lado que ganha 10.000 reais. Ele está enganado”, disse Malafaia.
Silas disse que Daniel insinuou que pastor é ladrão e protestou: “Eu não aceito isso, rico tem em todo lugar. A insinuação é maldosa, perversa e preconceituosa”. “Não é nenhuma maldade e nenhuma perversão. Estamos em uma país pobre, de terceiro mundo e é fato que os pastores estão enriquecendo”, respondeu Daniel. “Mentira. Isso é conversa, é preconceiro”, retrucou Silas.
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