Comunidade de Nuquini serviu de local de debate entre representantes de órgãos públicos e ribeirinhos
O anúncio do Governo federal de construir 07 usinas hidrelétricas na
bacia do rio Tapajós continua tirando o sono de centenas de ribeirinhos.
No último final de semana, a comunidade de Nuquini, localizada na
margem esquerda do rio Tapajós, em Santarém, na região Oeste do Pará,
serviu de local de debate entre representantes de órgãos públicos e
ribeirinhos.
O evento reuniu moradores de 10 comunidades localizadas na região do rio Tapajós. Os moradores querem informações sobre o projeto do governo Federal, que consiste em construir sete usinas hidroelétricas na Bacia do Rio Tapajós. Os ribeirinhos prometem resistir à implantação dos empreendimentos.
“Cartilhas, vídeos, exposições e debates, são instrumentos de esclarecimentos de como as barragens de São Luis e demais usinas vão afetar a vida dos moradores da região, inclusive dos que residem à margem esquerda do rio Tapajós”, esclarece padre Edilberto Sena, da Diocese de Santarém, que faz parte do movimento em defesa do rio Tapajós.
Os moradores das comunidades de Boim, Nuquini e Parauá já conhecem parte do que ocorre a cada ano, no verão, quando a água do rio Tapajós baixa, quem anda a pé ou de rabeta tem que caminhar vários metros para embarcar no barco de linha que fica longe das comunidades.
Participaram do encontro, representantes da Reserva Extrativista Tapajós/Arapiuns, Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Santarém e Organizações Não Governamentais (ONGs), como: Projeto Saúde e Alegria e o Movimento Tapajós Vivo.
O movimento Tapajós Vivo, através do Núcleo de Santarém, ficou com a responsabilidade de dar as informações necessárias dos estudos sobre o Impacto Ambiental que as usinas poderão causar.
No próximo final de semana haverá uma assembléia de 120 caciques Mundurucus, na aldeia SAI CINZA, Além de Jacareacanga. A pauta debaterá a construção de usinas hidroelétricas no rio Tapajós
Fonte: RG 15/O Impacto
O evento reuniu moradores de 10 comunidades localizadas na região do rio Tapajós. Os moradores querem informações sobre o projeto do governo Federal, que consiste em construir sete usinas hidroelétricas na Bacia do Rio Tapajós. Os ribeirinhos prometem resistir à implantação dos empreendimentos.
“Cartilhas, vídeos, exposições e debates, são instrumentos de esclarecimentos de como as barragens de São Luis e demais usinas vão afetar a vida dos moradores da região, inclusive dos que residem à margem esquerda do rio Tapajós”, esclarece padre Edilberto Sena, da Diocese de Santarém, que faz parte do movimento em defesa do rio Tapajós.
Os moradores das comunidades de Boim, Nuquini e Parauá já conhecem parte do que ocorre a cada ano, no verão, quando a água do rio Tapajós baixa, quem anda a pé ou de rabeta tem que caminhar vários metros para embarcar no barco de linha que fica longe das comunidades.
Participaram do encontro, representantes da Reserva Extrativista Tapajós/Arapiuns, Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Santarém e Organizações Não Governamentais (ONGs), como: Projeto Saúde e Alegria e o Movimento Tapajós Vivo.
O movimento Tapajós Vivo, através do Núcleo de Santarém, ficou com a responsabilidade de dar as informações necessárias dos estudos sobre o Impacto Ambiental que as usinas poderão causar.
No próximo final de semana haverá uma assembléia de 120 caciques Mundurucus, na aldeia SAI CINZA, Além de Jacareacanga. A pauta debaterá a construção de usinas hidroelétricas no rio Tapajós
Fonte: RG 15/O Impacto
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