Presidente muda regras para tornar investimentos em infraestruturas mais atrativos para a iniciativa privada
Dilma Rousseff quer atrair investimento privado para estimular PIB
(Ueslei Marcelino/Reuters )
Os pedágios máximos aumentaram, o custo dos empréstimos caiu e o prazo dos contratos foi alongado. O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), por sua vez, ganhou mecanismos para tentar superar sua já conhecida lentidão. Em paralelo, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, tenta reforçar a dose dos remédios já conhecidos para combater a queda na atividade econômica. Ele tem pressionado os bancos a elevar o volume de crédito.
Além disso, estão em discussão novos cortes de impostos, como é o caso do PIS-Cofins. "Nós não brigamos com o mercado", disse o presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo, um dos idealizadores dos pacotes de concessão em portos, ferrovias e rodovias.
"Temos convicção de que o governo precisa incentivar os investimentos em parceria com a iniciativa privada." Ele observou que as concessões das estradas são as primeiras numa longa fila de empreendimentos a serem oferecidos às empresas e deverão movimentar 370,2 bilhões de reais.
(Com Estadão Conteúdo)
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