presidente Dilma Rousseff, embora continue popular, "vai torcer por menos escândalos (de corrupção em seu gabinete) em 2012".
Apesar de popularidade alta, Dilma 'vai torcer por menos escândalos em 2012', diz jornal
Uma reportagem do diário britânico Financial Times afirma que a
Em um texto tendo como ponto de partida
a queda do ex-ministro do Trabalho Carlos Lupi, o jornal financeiro
afirma que mesmo este episódio – a demissão do 6º ministro por causa de
escândalos de corrupção – não atingiu a popularidade da presidente.
Entretanto, analistas ouvidos na reportagem se mostraram céticos quanto à capacidade de Dilma de "fazer a faxina" em um "sistema construído sobre o clientelismo partidário".
"Analistas dizem que parto do problema é o sistema de clientelismo herdado pelo seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, no qual ele aumentou o número de ministros para servir a coalizão de governo", escreve o autor da reportagem.
"Mas outros acreditam que a governança (do Brasil) está melhorando. A vigilância de ministros e outras instituições do governo por parte da polícia federal, a imprensa, procuradores públicos independentes e outros está levando a um acompanhamento maior dos seus departamentos", afirma o FT.
"Além disso, as novas classes médias do Brasil estão se tornando mais reivindicadoras."
Para o jornal, até agora a imagem de Dilma Rousseff tem escapado. "Mas o teste virá no ano que vem, com a economia em desaquecimento e eleições municipais à vista."
Entretanto, analistas ouvidos na reportagem se mostraram céticos quanto à capacidade de Dilma de "fazer a faxina" em um "sistema construído sobre o clientelismo partidário".
"Analistas dizem que parto do problema é o sistema de clientelismo herdado pelo seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, no qual ele aumentou o número de ministros para servir a coalizão de governo", escreve o autor da reportagem.
"Mas outros acreditam que a governança (do Brasil) está melhorando. A vigilância de ministros e outras instituições do governo por parte da polícia federal, a imprensa, procuradores públicos independentes e outros está levando a um acompanhamento maior dos seus departamentos", afirma o FT.
"Além disso, as novas classes médias do Brasil estão se tornando mais reivindicadoras."
Para o jornal, até agora a imagem de Dilma Rousseff tem escapado. "Mas o teste virá no ano que vem, com a economia em desaquecimento e eleições municipais à vista."
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